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Google substitui digitação CAPTCHA por sistema com um único clique

Nova API da gigante de buscas pede apenas que usuário responda a pergunta: "Você é um robô?".
  • 05/12/2014
Google substitui digitação CAPTCHA por sistema com um único clique

Cansado de digitar aquelas letras e números ilegíveis para provar a um site que não é um robô ou spammer? Então você pode estar com sorte.

O Google anunciou nesta quarta-feira, 3/12, que está tentando se livrar dessas tarefas irritantes – chamadas de CAPTCHAs, que é uma sigla para Completely Automated Public Turing test to tell Computers and Humans Apart.

Em vez de exigir que os usuários digitem letras e números mostrados em uma imagem distorcidas, os sites que usam o serviço de reCAPTCHA do Google poderão usar apenas um clique, respondendo a uma questão simples: Você é um robô?

“O reCAPTCHA protege os sites que você ama de spam e abusos. Por anos, nós pedimos para os nossos usuários confirmarem que não são robôs ao solicitar que lessem um texto distorcido e então digitassem em uma caixa...Mas nós pensamos que seria mais fácil apenas perguntar diretamente se eles são ou não robôs. Então nós fizemos isso!”, afirmou Vinay Shet, gerente de produtos do Google.

A gigante de buscas começou a liberar nesta quarta uma nova API que repensa a experiência do reCAPTCHA.

O CAPTCHA “pode ser difícil de ler e frustrante para as pessoas, especialmente em aparelhos móveis”, afirma Zeus Kerravala, analista da ZK Research. “As pessoas costumam ter de digitar esse texto várias vezes. A princípio, essa novidade parece uma boa maneira de melhorar a experiência dos usuários. Ainda exige intervenção humana, mas algo mais simples.”

As CAPTCHAs foram criadas para derrotar os programas que os hackers e spammers usam para enganar os sistemas e acessar site ou coletar endereços de e-mails.

O Google afirma que os CAPTCHAs são menos úteis do que já foram, mas ainda continuam sendo frustrantes para os usuários do dia-a-dia.

A nova API, juntamente com a habilidade do Google em analisar as ações do usuário – antes, durante e depois de clicar na caixa do reCAPTCHA – permite que a nova tecnologia saiba se o usuário é uma pessoa ou não.

“A nova API é o próximo passo nessa evolução constante. Agora as pessoas podem apenas marcar uma caixa e, na maioria dos casos, passaram pelo desafio”, explica Shet.

Mas não fique tão animado, já que as CAPTCHAs não vão embora de vez. Se o serviço reCAPTCHA não puder dizer de maneira definitiva se um usuários é uma pessoa, um spammer ou um bot baseado em um hacker, então um CAPTCHA vai aparecer e pedir por mais pistas.

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