Notícia

E-commerce deve crescer 64% e faturar 755 milhões de reais neste Natal

Pela primeira vez, eletroeletrônicos devem desbancar vendas de CDs e DVs nas lojas virtuais
  • 09/11/2006
Pela primeira vez, eletroeletrônicos devem desbancar vendas de CDs e DVs nas lojas virtuais

O aumento do número de consumidores e a aquisição de mais produtos eletroeletrônicos em sites de compra devem elevar o faturamento das lojas virtuais em 64% neste Natal, em relação ao mesmo período de 2005. A expectativa é do e-bit, empresa de pesquisa e marketing online, que estima um volume de vendas de R$ 755 milhões entre 15 de novembro e 23 de dezembro, contra os R$ 458 milhões conquistados ano passado.

Analisando toda a movimentação realizada em 2006, a e-bit espera que o comércio eletrônico atinja um faturamento em torno dos R$ 4,3 bilhões, um crescimento de mais de 70% comparado a 2005, quando o setor alcançou R$ 2,5 bilhões. Somente o Natal é responsável por 18% do total comercializado no ano.

Conforme estimativas da empresa, dois milhões de novos clientes devem usar o computador para adquirir algum produto, somando 6,8 milhões de compradores. "São novos consumidores descobrindo a internet sem contar os próprios clientes da rede que aumentaram a freqüência de acessos e ampliaram a gama de produtos adquiridos em lojas virtuais", avalia o diretor geral do e-bit, Pedro Guasti. O executivo cita ainda outros fatores que contribuem para a ampliação do faturamento em 10 pontos percentuais frente ao valor projetado no início do ano. "Além da popularização dos computadores e da inserção da classe C no mundo digital, as vendas devem aumentar devido à praticidade e velocidade de comparar preços em um curto período de tempo e de evitar os congestionamentos característicos em datas comemorativas como o Natal".

Mais vendidos

No ranking dos produtos mais vendidos, os títulos de CDs, DVDs e vídeos devem perder pela primeira vez a liderança na tabela, ocupando o 3° lugar neste Natal. Em compensação, produtos eletrônicos, como televisores, MP3 players , aparelhos de som e DVD e câmeras digitais, devem assumir a primeira posição. "Estamos passando por uma transformação, já que a música digitalizada ganha cada vez mais espaço no mercado. Uma nova geração não tem mais apego ao CD. Sem falar na pirataria, que tira potenciais consumidores de CDs e DVDs", observa o diretor.

Os itens de saúde e beleza e de telefonia também apresentam crescimento contínuo nos últimos quatro anos. As compras de aparelhos celulares pela internet, por exemplo, triplicaram nesse período. Já em relação às vendas para o segmento de livros, revistas e jornais e para o setor de informática, computadores e softwares, é esperado que ambos se mantenham estáveis em participação, ocupando o 2º e 4º lugares respectivamente. O tíquete médio do período natalino deve chegar a R$ 290 .

O engenheiro Érlon Pereira Bernardo de Souza, de 29 anos, faz parte de um grupo de consumidores que começou a usar a internet para comprar CDs e DVDs e hoje, confiante na segurança das vendas online e na entrega rápida, já consome outros itens. "Há seis anos a internet é minha primeira opção de compra. Hoje, metade do que adquiro são produtos eletroeletrônicos", afirma o engenheiro, que gasta anualmente cerca de R$ 6 mil em lojas virtuais.

O detalhamento das informações sobre o produto e a praticidade da compra são citados por Érlon como vantagens do comércio eletrônico em relação às lojas convencionais. Em contrapartida, ele acredita que o maior problema ainda está na falta de segurança na transmissão de dados bancários em alguns casos. "De três anos para cá só compro com cartão de crédito e, mesmo assim, em lojas maiores. Nunca tive problemas mas o receio existe", diz.

Fonte: Ebit

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